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| Inclusão no cyber espaço |
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| Qui, 25 de Fevereiro de 2010 19:33 |
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Você sabia que a linguagem HTML pode ser de acesso universal? Ou seja, que ela tem capacidade para atender a todas as pessoas, inclusive, aquelas que possuem uma determinada deficiência? Pois é. Nem todo mundo sabe, mas um site pode ser tão acessÃvel a um cego quanto a uma pessoa que enxerga perfeitamente. E isso vale também para o conteúdo em aúdio para um surdo, por exemplo. Os primeiros paÃses a pensar na questão da acessibilidade nas mÃdias eletrônicas foram o Canadá, os Estados Unidos e a Austrália. Em 1998, o governo norte-americano colocou em vigor a Section 508, uma lei que determinava o acesso para pessoas com deficiência a qualquer conteúdo eletrônico produzido pelo governo federal. Essa lei acabou chamando atenção para o assunto, culminando em outras iniciativas em prol da causa. No Brasil, o Departamento de Governo Eletrõnico em parceria com a ONG Acessibilidade Brasil criou um modelo baseado em um conjunto de regras de acessibilidade adotada por diversos paÃses. O eMAG-Acessibilidade do Governo Eletrõnico - Cartilha Técnica foi criado com o objetivo de orientar profissionais da área sobre a construção de sites acessÃveis à s pessoas com deficiência. Engana-se quem pensa que tornar um site acessÃvel é obra de caridade. Quando você investe em acessibilidade na web está ampliando o número de visitantes do seu veÃculo, o que atrairá mais anunciantes. Além disso, seu website estará adaptado a diferentes tipos de conexão como, por exemplo, navegadores mais antigos, computadores menos potentes, ou sem mouse, e outros casos.  Além disso, você estará dentro dos princÃpios de acessibilidade determinados pela lei federal de acessibilidade (Lei no. 10 098, de 19 de dezembro de 2000), que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência Dicas para tornar o seu site acessÃvel Economia nas imagens - Os sintetizadores de voz utilizados por cegos para acessar a Web conseguem interpretar texto, mas as imagens ficam de fora. Por isso, o W3C- World Wide Web Consortium, um consórcio de empresas de tecnologia que desenvolve padrões para web, levando em consideração normas de acessibilidade-recomenda que, sempre que possÃvel, seja usado texto no lugar de imagens. Isso pode ser feito em menus de navegação ou até mesmo em logotipos mais simples. Atributo "alt" - Caso as imagens sejam imprescindÃveis, como no caso de fotos, forneça uma descrição através do atributo "alt". Ele será usado pelos softwares especÃficos para comunicar ao usuário o conteúdo da foto. Atributo "longdesc" - Há casos em que o "alt" não é suficiente, principalmente em animações ou conteúdo de áudio ou vÃdeo. É quando entra o elemento "longdesc". Ele cria um link para um arquivo com descrição mais detalhada do objeto. Apresentação e conteúdo - Além das diversas vantagens para manutenção e automatização do site, separar a apresentação do conteúdo também facilita o acesso de quem não usa softwares convencionais. O W3C recomenda que seja usado o CSS- Cascading Style Sheet, um mecanismo para adicionar estilos, como fontes, cores espaçamento- para a apresentação da página, eliminando comandos puramente estéticos. Tabelas - O W3C recomenda que as tabelas sejam utilizadas para conteúdo estritamente tabular, e não para determinar o layout das páginas. Como a leitura nos softwares especÃficos é feita seguindo o código HTML verticalmente, muitas tabelas visualmente perfeitas no browser podem ser confusas para um cego. Ao utilizar tabelas, é possÃvel utilizar elementos como o "header" e "footer" para relacionar os elementos Idiomas - O atributo "lang" pode ser usado com o comando para que os sintetizadores de voz pronunciem palavras de outros idiomas corretamente. Para indicar a lÃngua padrão do documento, utilize o "lang" dentro do comando Cores - O uso de cores como indicativo de importância dentro de uma página deve ser feito com cuidado, pois usuários daltônicos podem ter dificuldades. Assim, o W3C recomenda que as cores não sejam o único referencial para relevância de conteúdo de um site. Inclusas no Cyber espaço Sara Bentes: Sara é cega, cantora, repórter...Acesse seu endereço eletrônico:  http://www.sarabentes.com/ Existem programas verificadores de acessibilidade. Eles analisam todo o código da página e verificam a conformidade do uso do HTML com as regras definidas no W3C. Você também pode! Dosvox
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Como construir um site acessÃvel para pessoas com deficiência? O Portal IMG dá dicas para você!